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Aqui estão os eventos em que participo: exposições, prêmios, trocas de gravuras, intervenções urbanas e o que mais acontecer.

Para acompanhar concursos, exposições, lançamento de livros e curiosidades, visite meu outro blog:
http://gabinetedecuriosidades.blogspot.com/

Maria Pinto

07 março 2014

Contemporary Brazilian Printmaking - Gravura Brasileira e IPCNY – International Print Center New York - Nova Iorque - EUA




 
A Galeria Gravura Brasileira apresenta a exposição:
 
Contemporary Brazilian Printmaking”
abertura- 20/03/2014, quinta-feira, 18/20hs
no IPCNY – International Print Center New York
 
Será inaugurada em 20 de março de 2014, a exposição “Contemporary Brazilian Printmaking” no IPCNY – International Print Center New York em Nova Iorque, Estados Unidos.
 
Curadoria:
Priscila Sacchettin, Eduardo Besen e Rodrigo Naves.
Artistas Participantes:
Nara Amélia, Mônica Barki, Ernesto Bonato, Marco Buti, Cleiri Cardoso, Helena Freddi, Sheila Goloborotko, Nina Kreis, Kika Levy, Alberto Martins, Laerte Ramos, Augusto Sampaio, Alexandre Sequeira, Claudio Mubarac, Ulysses Boscolo e Fabricio Lopez.
Painel de lambe-lambe dos artistas Carlos Henrique Soares, Maura de Andrade, Maurício Parra, Maria Pinto, Sérgio Kal e Yili Rojas.
International Print Center New York é uma instituição sem fins lucrativos dedicada à apreciação e à compreensão da arte da gravura. O IPCNY dedica-se a ampliar o público das artes visuais ao mesmo tempo em que fomenta a comunidade de gravadores por meio de exposições, publicações, programas educacionais e serviços aos seus associados.
International Print Center New York teve o prazer de colaborar com o time de curadores Brasileiros, Eduardo Besen, Rodrigo Naves e Priscila Sacchettin na organização e apresentação de Contemporary Brazilian Printmaking, a oitava apresentação da nossa “International Exhibition Series”. Lançada em 2003 com “Traços e Tradições: Xilogravuras do Vietnã”, esta série inclui as seguintes exposições: “ ¡Impresionante! Gravuras Inovadoras dos Artistas Contemporâneos de Porto Rico”; “Gráfica de Moscou; Gravuras de Artistas 1961-2005”;” Novas Edições da Escócia”;” Realidade Gráfica: Gravura Mexicana Hoje”; “Deus está na Gravura: Litografias Indianas da Coleção de Mark Baron e Elise Boisante”  e mais recentemente, “Olhar Silencioso: Gravuras Contemporâneas da Finlândia”.
Contemporary Brazilian Printmaking é uma das duas exposições temáticas a serem apresentadas nesta temporada na sededo IPCNY em Chelsea intercalando com três salões de obras contemporâneas.
 
Os artistas foram selecionados pelo trio de curadores que trabalharam juntos para identificar importantes tendências e realizações no campo da gravura no Brasil. Para a maioria dos artistas esta exposição é a primeira oportunidade de expor na América do Norte. Ao mesmo tempo esta exposição oferece ao público norte-americano uma oportunidade única de conectar-se em primeira mão com a arte feita no Brasil hoje!
Utilizando-se de uma grande variedade de meios, técnicas e estilos, os artistas apresentados nesta exposição representam diferentes aspectos da gravura Brasileira contemporânea. Resistindo às convenções e abraçando a experimentação técnica, estes artistas seguem, nas palavras de um dos curadores, “um caminho fresco e intuitivo”.
Um grande apoio para a realização da exposição “Contemporary Brazilian Printmaking” foi fornecido pelo “Consulado Geral do Brasil em Nova Iorque”.
O IPCNY agradece a PECO Foundation pelo seu generoso e constante apoio aos nossos programas de exposições. Nós reconhecemos com gratidão os seguintes apoiadores desta temporada:
The Arete Foundation, Lily Auchincloss Foundation, Deborah Loeb Brice Foundation, The Foundation for Contemporary Arts, The Horace W. Goldsmith Foundation, The Greenwich Collection Ltd, the Jockey Hollow Foundation, Porter Family Charitable Foundation, Thompson Family Foundation, the National Endowment for the Arts, the New York City Department of Cultural Affairs, e the New York State Council on the Arts com o apoio do Governador Andrew Cuomo e os legisladores do Estado de Nova Iorque entre outra s g enerosas fundações, empresas e indivíduos.
 

SERVIÇO:
ABERTURA
20 de março | quinta-feira | 18-20hs
Visitação- 21 de março a 23 de maio de 2014.
Terça a sábado- 11-18hs
GRÁTIS
 
Em anexo: convite e press-release
 
IPCNY
508 West 26th street, room 5A, New York , NY
 
galeria Gravura Brasileira
rua Dr. Franco da Rocha, 61
Perdizes, São Paulo, SP, Brazil
f.11.3624.0301 e 3624.9193
 

28 fevereiro 2014

Cores d'Água - exposição de aquarelas no Museu Florestal Octavio Vecchi - SP


28 artistas retratam a água em suas aquarelas nessa exposição que chama a atenção sobre esse impostantíssimo recurso natural.

No Museu Florestal Octavio Vecchi, dentro do Horto Florestal de São Paulo:
abertura - domingo 16 de março de 2014 às 10h.

duração  - de 18 de março a 20 de abril, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h30 às 16h30 e domingos das 10h às 14h.
Rua do Horto, 931 - São Paulo - SP

Espero vocês lá!

17 janeiro 2014

Gravuras pela Paz - Parque da Água Branca - SP

ENTREPANOS - 25 de janeiro de 2014 - Viveiro Manequino Lopes - Parque do Ibirapuera


artistas participantes

Alice Carracedo, Ana Mora, Antonio Peticov, Antonio Lee Carvalho, Anapana, 
Anísio Campos, Ana Aly, Alex Orsetti, Alvaro Azzan, Adriana Aranha, Bel Kook, Beto Borges, Beth Belezza, Bayon, Black Linhares, Cacau de Freitas, Camila Nuñez Muita, Carola Trimano, Carlos Zibel, Castañôn, Claudia Simões, Claudia Wit,Claudia Colagrande, Cipriano Souza, Cris Campana, Debora Muskat , Dircea Mountfort, Erika Cardoso, Everson Fonseca, Fernando Durão, Fernanda Cobra, Fernanda Eva, Fernando Ribeiro, Fernando Naviskas, Guilherme de Faria, Helo Zanaga ,Ida Zammi, Iolanda Cimino, Iran Guper, Isa Oliveira, Isabelle Ribot, John Allenby, Leonel Mattos, Lorena Hollander, Lucila Meirelles, Luciano Bortoletto, Maria Renata Ferreira Antunes, Marcia Figueiredo, Maria Pinto, Marli Takeda, Myriam, Monica Godoi, Martha Simões, Marisa Camara, Monique Allain, Marcelo M Ferreira, Nara Borges, Neno Ramos, Othilia Daier, Pedro Vicente, Priky Zuccolo, Renata Meirelles, Rita Alves, Tania Nitrini, Sandra Lozano, San Bertini, Sergio Cajado, Sergio, Tereza Souza, Telma Falck , Zenaide Smith

Estão todos convidados para no dia de São Paulo - 25 de janeiro - ver a Entrepanos no Ibirapuera, Viveiro Manequinho Lopes - São Paulo.
 

15 janeiro 2014

Cidade do Mundo - City of the World - em exibição em Bishop Grosseteste University of Lincoln - Inglaterra





The collaborative print alongside the vice chancellor's office.
 Bishop Grosseteste University of Lincoln : Spring Semester 2014


Agora esse projeto colaborativo está na Inglaterra, em Lincoln, na Universidade Bishop Grosseteste, graças a um dos participantes - Harry French

http://maregina-arte.blogspot.com.br/2012/05/city-of-world-pronto-e-impresso.html

http://maregina-arte.blogspot.com.br/2011/07/quebra-cabeca-puzzle-minha-contribuicao.html


Bishop Grosseteste University
Lincoln
Lincolnshire
LN1 3DY
UK








30 dezembro 2013

PINGÜINS - estação São Bento do Metrô - SP

Sexta, 10 de janeiro de 2014 Horário 10:00

ESTAÇÃO SÃO BENTO - VITRINA DO ESPAÇO CULTURAL SÃO BENTO Linha Azul - Plataforma 2 - Nível D - Período 10 de janeiro a 31 de março de 2014
A mostra com pinguins customizados é o resultado da proposta que a colecionadora Fátima Lourenço fez para 27 artistas plásticos de São Paulo, cada um com uma técnica diferenciada, utilizaram tinta, tecidos, foto, papel, etc. A idéia é apresentar uma exposição lúdica com um toque de humor

Evento sob a autorização da TOPTRENDS licenciada exclusiva da COWPARADE para o Brasil

Artistas Altina FelicioAndrea Liviero Gammal HazanAndrea NobisCecilia AbsEduardo Anibal SchamoEiji YajimaEliane ConsolElza CarvalhoFátima Lourenço, Ivone Farias,José Alves Sam Oliveira FilhoKarime RubezLuís CastañónMaira CarvalhoManolo VilchesMaria Clarice Sarraf Borelli, Maria Lúcia Panizza, Maria PintoMarinês Takano, Matiko Sakai,Norberto StoriPaola Luzzati Otero, Ricardo Hage, Rosa CohenSan BertiniSergio GregorioSheila OliveiraVieira Andrade

Organização Fátima Lourenço


05 dezembro 2013

MICA - Movimento Infantojuvenil Crescendo com Arte

 exposição e cerimônia no Museu Florestal Octavio Vecchi

 alguns dos desenhos




Participei no domingo dia 1 de dezembro de 2013 desse importante evento no Museu Florestal Octavio Vecchi.
Uma alegria ver tantos desenhos lindos e o trabalho do pessoal do MICA.



MICA - Movimento Infantojuvenil Crescendo com Arte
Projeto Internacional "Arte pela Paz" 16ª edição
"Arte pelo Patrimônio Histórico do meu País"
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Prezados Amigos do Júri
Sua colaboração foi essencial, sem a qual nossos objetivos não seriam concretizados.
Contar com os seus conhecimentos e, principalmente, com sua sensibilidade para apreciar o trabalho de crianças, foi um privilégio para nós do MICA e do Museu Florestal Octávio Vecchi.
Desculpem-nos por algumas falhas, mas nossa estrutura é frágil. Fazemos o que está ao nosso alcance.
Como puderam ver, somos apenas um grupo de professoras voluntárias com apoio de espaços culturais. 
Espaços esses, que nos oferecem o que têm disponível, e aos quais somos muito agradecidas.
Sem o apoio da direção desses espaços, nada seria possível.
.
Nosso próximo evento será no Parque Estadual da Cantareira, que fica ao lado do Horto Florestal. 
É só seguir a rua do Horto até o final, à direita do portão principal do Horto.
Se puderem, vão se emocionar com as obras de Mariana, uma menina "especial", que descobriu seu talento para pintura em uma das oficinas do MICA. Enviarei, a seguir, o convite da exposição de Mariana.
Desculpem-me se não pude conversar e dar atenção a cada um de vocês.
Se quiserem conversar, estarei a disposição na abertura da exposição de Mariana, que, por ter uma organização mais simples, estarei mais disponível.
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Agradecendo a sua importantíssima colaboração, deixamos nosso afetuoso abraço
Maria José Soares
Professoras do MICA

http://artmica.blogspot.com.br/

20 novembro 2013

a caneta mais comum no mundo - Papirófagos - http://papirofagos.wordpress.com/

a caneta mais comum no mundo
László József Bíró (1899 —1985), húngaro naturalizado argentino, apresentou sua primeira versão da caneta esferográfica na Feira Internacional de Budapeste, em 1931. Enquanto trabalhava como jornalista na Hungria, apreciava a tinta usada na impressão de jornais que secava rapidamente e sem manchas. Fez várias experiências tentando usar a mesma tinta em uma caneta-tinteiro, percebendo que a mesma não fluía para a ponta da caneta, pois era muito viscosa. Trabalhando juntamente com seu irmão Georg, um químico, desenvolveu uma esfera que girava livremente na ponta da caneta e que pelo atrito com o papel deixava uma trilha de tinta. Biró patenteou a invenção em Paris, em 1938.

László József Bíró – na Argentina por volta de 1978
Na França, em 1945, final da segunda guerra mundial, um italiano chamado Marcel Birch (1914-1994), mais tarde nomeado Barão Birch, em sociedade com o francês Edouard Buffard (1908-1996), comprou uma fábrica para produzir peças para canetas-tinteiro e lapiseiras.
À medida que o negócio de peças para instrumentos de escrita começou a crescer, Birch adquiriu os direitos das patentes de László József Bíró para uma esferográfica e em dezembro de 1950, lançou sua própria caneta na Europa e nos Estados Unidos, batizando-a de “BIC”, uma versão mais curta e fácil de lembrar do seu próprio nome. Tinha nascido a BIC® CRISTAL®: barata, simples, fácil de controlar se a tinta estava acabando, e como ele dizia: extremamente confiável.

Marcel Birch (1914-1994)
Em 1954 abriu a fábrica na Itália, em 1956 no Brasil, em 1957, no Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e hoje está instalada em 162 países. As esferográficas BIC revolucionaram a escrita. É incalculável o número de canetas BIC vendidas no mundo. Há cifras como mais de 100 bilhões desde a sua criação!
Normalmente, a caneta esferográfica não é automaticamente ligada à arte, mas desde a sua criação, artistas do mundo inteiro a usam em esboços e desenhos como qualquer um dos instrumentos de escrita criados antes. Hoje, ainda que boa parte da escrita venha sendo substituída pela digitação em micro computadores, laptops, notebooks, tabletes e smartphones, mesmo assim, quem não usou uma esferográfica para fazer um esboço, um esquema, um mapa, um desenho?
Artisticamente, a caneta esferográfica apresenta algumas características únicas: uma linha sem mudanças de espessura e praticamente ininterrupta. A esferográfica permite traços mais longos que outros instrumentos que usam tinta: pincel e penas.
Durante o início dos anos 1940, a esferográfica de Biró foi largamente comercializada na Argentina. Nessa época, a força aérea americana havia encomendado 2000 canetas porque elas não vazavam nas altas altitudes. Esferográficas foram guindadas à categoria de produto do futuro. Lucio Fontana começou utilizando-as intensamente desde 1946 em esboços e desenhos preliminares. Seus desenhos deste período apresentam uma continuidade de linha e uma velocidade, que se tornaram possíveis pela natureza da caneta.

Lucio Fontana (1899-1968)
Conceito espacial
Caneta esferográfica sobre papel
53x64cm
1946
Fundação Lucio Fontana
Alberto Giacometti usou a caneta esferográfica, desde o começo dos anos 50 até a sua morte em 1966. A fluidez da caneta servia à fatura do artista que desenha em nuvens agitadas formadas por traços rápidos.

ALBERTO GIACOMETTI (1901-1966)
Mulher em pé
Caneta esferográfica sobre folha impressa
23.7 × 31 cm
1963
Gagosian Gallery
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Alberto Giacometti (1901-1966)
Cabeça de Diego
canetas esferográficas coloridas sobre papel
518 x 358 mm
1959-1960
Alighiero Boetti, que era filiado à Arte Povera (arte pobre), fez seus primeiros desenhos exclusivamente com caneta esferográfica. Guiado pela ideia de que artistas devem trabalhar com materiais comuns para ter mais identidade com o dia a dia, Boetti escolheu a esferográfica não só por sua onipresença. Ao longo da década de 1970, completou desenhos monumentais, delegando a indivíduos anônimos, em geral estudantes de arte em Roma, a tarefa de preencher o papel.

Alighiero Boetti (1940-1994)
imaginando tudo
esferográfica sobre papel
2 painéis de 144×102 cm
1982
O artista belga Jan Fabre usa a esferográfica para desenhos e também  para cobrir grandes áreas de fotografias. O azul da caneta mais usada no mundo dá uma aparência mágica de anoitecer a outras mídias.
jan-fabre-bic-art-castillo_tivoli
Jan Fabre (1958)
Castelo Tivoli
série – A Hora Azul
esferográfica sobre fotografia (cibacromo)
1720 x 1250 mm
1991

Jan Fabre (1958)
3 garras
esferográfica sobre papel
1500 x 2000 mm
1987
Muitos artistas usaram a caneta esferográfica em seu trabalho artístico, como: Toyin Odutola, Martin Kippenberger, Cy Twombly, Dan Flavin, Hanne Darboven, René Magritte, Rita Ackermann, Bill Adams, Dawn Clements, Russell Crotty, Rita Nesby, entre outros.

Rita Ackermann (1968)
a 3ª Guerra Mundial em torno da minha caveira
Caneta esferográfica sobre linho
1996–1997
MOCA – North Miami
il lee
Il Lee (1952)
BL-120 em desenho extremo
Desenho a esferográfica sobre tela
208.3 x 297.2 cm
2011
The Aldrich Contemporary Art Museum
Citando Richard Klein, curador do The Aldrich Museum: “a esferográfica continua a ser uma ferramenta de desenho infinitamente adaptável e durável, que pode dançar na fronteira entre o coloquial e o profundo. Sua ponta minúscula, rolando, é afinal uma esfera, sem para frente ou para trás, para cima ou para baixo, com apenas uma verdadeira direção: adiante”.
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Rene Magritte (1898-1967)
o paletó
esferográfica sobre papel
135 x 207 mm
1959
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Toyin Odutola (1985)
Todas essas guirlandas não provam nada, XII
esferográfica e hidrográfica sobre papel
432×356 mm
2013
fontes:
Fairbank, Alfred J. – The Story of Handwriting -Origins and Development, Faber & Faber, Limited, 1970
Neef, Sonja – Imprint and Trace: Handwriting in the Age of Technology, Editora            Reaktion Books, 2011

04 outubro 2013

Residência │ Ocupação Marta Traba 15/30 - Memorial da América Latina




Residência │ Ocupação Marta Traba 15/30. Esse evento soma um processo de residência e ocupação da galeria por grupos e coletivos artísticos, de 4 a 10 de outubro de 2013, na Galeria Marta Traba - Memorial da América Latina - SP.
Participo do lambe-lambe do Coletivo Água Branca, coordenado pelo Hélio Oscar Schonmann e Lúcia Neto.

Elementos - eu e Maura de Andrade

Estão todos convidadíssimos paa o próximo sábado - 
dia 5 de outubro - às 11h ,
na abertura da exposição ELEMENTOS, 
no Parque da Água Branca - São Paulo.
Agradeço a divulgação.
até lá!



"Ver um mundo em um grão de areia
 e um céu numa flor selvagem
é ter o infinito na palma da mão
e a eternidade em uma hora".

William Blake

A exposição ELEMENTOS apresenta desenhos, gravuras e objetos de Maria Pinto e Maura de Andrade, explorando suas poéticas pessoais.

Traz a pluralidade da produção artísticas desse último ano em cerca de 40 trabalhos sobre papel, tecido e acrílico. 

Com curadoria da artista plástica Altina Felício, a exposição está dividida em módulos que abordam os temas: terra, água, ar e fogo - os quatro elementos clássicos,  em diversos suportes e técnicas utilizadas.

As similitudes,  relações e paradoxos existentes entre os trabalhos das duas artistas dá oportunidade ao observador 
  de
  obter diferentes leituras das obras.



exposição ELEMENTOS
artistas plásticas: Maria Pinto e Maura de Andrade
curadoria: Altina Felício

entrada gratuita

Espaço Cultural do Parque da Água Branca
entrada Rua Ana Pimentel
São Paulo - SP

abertura dia 5 de outubro às 11h
de 5 de outubro de 2013 a 3 de novembro de 2013
terças, quintas, sábados, domingos e feriados
das 10h às 17h