Aqui estão os eventos em que participo: exposições, prêmios, trocas de gravuras, intervenções urbanas e o que mais acontecer.

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Maria Pinto

17 junho 2017

Convergências da Linha GRUPO 6 - Galeria Fernanda Perracini Milan - Jundiaí


DivulgaçãoGravura de Helena Bononi estará em exposição
Gravura de Helena Bononi estará em exposição
Em continuidade à série de exposição na Galeria Fernanda Perracini Milani, a secretaria de Cultura promove, neste sábado (1), às 10 horas, a abertura da exposição “Convergências da Linha”, do coletivo de artistas Grupo 6.
A mostra que fica aberta para visitação até 25 de setembro tem entrada gratuita e visa difundir a gravura, uma expressão artística que, segundo o Grupo 6, tem pouco espaço em salões e exposições institucionais, sendo muitas vezes confundidas com artesanato ou técnica de produção.
Os trabalhos pretendem mostra que este meio de expressão oferece possibilidades de expressão livre ao artista contemporâneo.
“Oferecer ao observador, na contramão do espetáculo, dos eventos públicos e mediáticos contemporâneos, um momento de contemplação, reflexão e silêncio. Um encontro de sensibilidades. Um momento para sermos bem mais que meros consumidores de arte. Um encontro com a experiência do fazer humano acumulado há séculos, é o que propomos”, explicam as artistas do Grupo 6.
O Grupo 6
O Grupo 6 é composto por artistas plásticos que trabalham juntos há vários anos no atelier de gravura em metal do SESC, sob a orientação do artista plástico e gravador Evandro Carlos Jardim. A estreita convivência e constante troca de experiências resultam, entretanto, em expressões e poéticas totalmente diferentes e em escolhas diversificadas de suportes, assim afirmando a sensibilidade única de cada um.
Ana Dora – Artista gráfica e gravadora nasceu em São Paulo, trabalhou como diretora de arte e jornalista antes de dedicar-se integralmente às artes visuais como gravadora. A gravura é a sua busca do artesanal que se escondia nos meio das máquinas industriais de onde veio. Iniciou na gravura na ECA-USP em 2001, com o gravador e impressor Antonio Albuquerque. Seus trabalhos estão em coleções particulares em diversos países.
Angela Rocha – Tem trabalhado e pesquisado, sendo arquiteta e professora na FAUUSP na área de representações, as questões da produção de imagens: formas e sentidos, espaços e superfícies. As pinturas e gravuras aqui presentes materializam imagens e formas e esses pensamentos visuais podem ser compartilhados: cor e matéria, enquanto linhas ou manchas, na pintura ou na gravura, podem se abrir para diversas leituras.
Carlos Zambon – Vem desenvolvendo ao longo de quase 10 anos um trabalho focado na forma/reminiscência das árvores da cidade em que mora (São Caetano do Sul), e através da trama das hachuras revela no claro e escuro a beleza dessas formas. Realiza gravuras há aproximadamente 13 anos, tendo sido premiado em duas ocasiões: em 2001 e 2005, na Bienal de Gravura de Santo André.
Giovana Inácio – Formada em Artes Plásticas pela Unicamp. Trabalha com desenho, pintura e gravura. Sua principal fonte de pesquisa é a linha, com todos os seus desdobramentos e possibilidades. A linha que dá forma e conteúdo à poética do cotidiano, a linha que constrói o universo interno e projeta-se no mundo através do desenho manifesto, traduzindo graficamente o que os sentidos apreendem.
M. Helena Bononi – Busca uma relação intensa e imediata com o seu meio de expressão baseada em suas impressões da realidade. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais.
Maria Pinto – Artista plástica, premiada em aquarela e gravura, com obras em acervos nacionais e internacionais, mostra nessa exposição formas orgânicas impressas.
Serviço
Convergências de Linha
Artista: Grupo 6
Abertura: Sábado, 1 de setembro, às 10 horas
Local: Galeria Fernanda Perracini Milani – Teatro Polytheama
Período: 1 a 25 de setembro de 2012

16 maio 2017

palestra sobre o projeto DIÁLOGOS na Oficina Cultural Oswald de Andrade - SP



Palestra

Dia 18 de maio às 19h no

auditório da Oficina Cultural

 Oswald de Andrade

                                                                                      Diálogos   
Um olhar sobre a escola de Xilografia do Horto

Apresentação das 418 impressões originais das matrizes da Escola de Xilografia, que existiu na década de 40 em São Paulo dentro do parque Alberto Löfgren (Horto Florestal) e que pertence ao acervo do Museu Florestal Octávio Vecchi.  A escola formou alguns gravadores como José Cruz, Waldemar Moll, que trabalhou nessa profissão na revista “Chácaras e Quintais” e Itajahy Martins. Seu professor Kohler também influenciou a gravura de Lívio Abramo.

Projeto realizado pelas artistas Maura de Andrade e Maria Pinto, em 2011 com apoio do ProAc.

09 março 2017

instalação Toque e exposição Mais que Humanos - prorrogada até 28 de abril - SP